"O intelecto é como uma tesoura. Ele corta e separa tudo, e não aceita qualquer coisa. O coração, por outro lado, é como uma agulha (costura) - ele junta tudo e transforma coisas diversas em uma só." Amma

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Para onde vamos juntos?


Inspirada pelo significado de Osho para a palavra turiya, e pela própria busca por harmonia, unidade, plenitude, essa é a base motivadora que sustenta todas as outras ações desse projeto coração em ação.

Não necessariamente como busca, pois a expressão 'neti, neti', como negativa para indicar algo que não pode ser definido é mais aplicável ao assunto, mas como pilar sustentador, inspiração, para o lapidar aos poucos e no ritmo próprio, nutrindo a certeza que estamos caminhando para essa unidade, ou alinhamento, ou coerência, e cada um que sabe o que isso significa para si.

E, por isso, abrem-se outras formas de trabalho com grupos de estudos / práticas, para identificarmos o que não está consonante na prática do que já foi concebido como ideia a ser integrada.

Para que cada vez mais estejamos cônscios do lugar em que estamos, como estamos, e o que precisamos trazer ao mundo como prática do dia-a-dia com nós mesmos e com o próximo mais próximo, para que a sensação de coerência entre coração e atitude seja reafirmada, nos trazendo o sentido de integridade, de sermos seres inteiros no viver.

Mari Rosa


Turiya – por Osho

O homem tem três fontes de energia: uma é o corpo, a outra é a mente, a terceira é o coração. No ponto em que as três energias se encontram, se fundem, se tornam uma, surge a quarta energia.

Você não pode chamá-la de corpo, nem de mente, nem de coração, e por isso ela é simplesmente chamada de turiya, a quarta. Ela nunca recebeu um nome.

O despertar da quarta energia é o começo do sagrado, da transformação, o início da vida real, da vida autêntica, da vida eterna, da vida divina.

Esses três rios existem em todas as pessoas, mas raramente se encontram. A mente puxa para um lado, o coração para outro, o corpo para outro. Eles nunca entram em acordo.

Se você observar seu funcionamento interno, ficará surpreso: os três nunca entram em acordo. O corpo diz: "Pare. Não quero comer mais, estou cheio". Mas a mente diz: "O sorvete é tão delicioso! Só mais um pouquinho..." O coração diz: "Isso é lindo". A mente diz: "Você é bobo, idiota. Você está louco".

Sempre que o coração se apaixona, a mente diz: "É cegueira". E sempre que o coração segue qualquer direção, a mente acha um defeito. Eles vivem em mundos diferentes.

Todo o processo da meditação é ajudar essas forças conflitantes a se encontrarem, se fundirem, se tornarem harmoniosas. E então você se enche de energia, porque toda aquela energia que era desperdiçada em conflitos desnecessários se torna disponível para você.

E é essa energia que se transforma em asas e o leva para o além.

Osho, em "Meditações Para a Noite"o leva para o além.


"Mas, para isso é preciso fazer o trabalho do conhece a ti mesmo sem querer chegar a resposta alguma." (PJ)


"Inacabado, sei que sou um ser condicionado mas, consciente do inacabamento, sei que posso ir mais além dele. Esta é a diferença profunda entre o ser condicionado e o ser determinado" (Paulo Freire).

Baba Nam Kevalam - O amor é tudo que existe . Mantra.

http://www.youtube.com/watch?v=BEK9gp6Toe0


Ayurveda - nutrição

O que o ayurveda nos oferece?

Através das técnicas ayurvédicas, em uma instância mais sutil, podemos experimentar uma reconexão com o mais íntimo do nosso ser, e também SUSTENTAR o melhor do ser.

Entrar em contato com a própria essência, fonte da vida, mistério da vida, que nos fortalece para o dia-a-dia e com o sentimento de unidade com o Todo.

Mari Rosa


FloRIR

FloRIR a vida, o mundo, o interior de equilíbrio, o exterior de ações com amor!

Por o amor em ação!

Como?

Através de um olhar que vai além do ordinário. 


Mari Rosa





quinta-feira, 17 de maio de 2012

A crise na medicina

A crise na medicina
Max Otto Bruker


 A ciência médica fez tanto progresso nas últimas décadas,
que hoje, praticamente,
não existe mais nenhuma pessoa sadia!"
                                

Esta frase de Aldous Huxley combina bem com aquilo que gostaria de expor. Estamos hoje diante de um fato estranho: mais e mais pessoas adoecem de mais e mais doenças. Fala-se abertamente de uma crise na medicina. A medicina acadêmica — por incrível que pareça — não se preocupa com as causas das doenças: deixa a doença aparecer e trata dela, investindo uma fortuna. Só trata dos sintomas. Porém, a verdadeira cura só é possível quando nos preocupamos com as causas.

Se alguém tem uma doença no joelho, o joelho não é a causa; a causa pode ter sido uma queda. Quando alguém tem uma doença mental, a mente não é a causa; a causa pode ser o estresse. A causa não é o fígado, não é a tiróide. A doença se desenvolve no fígado ou na tiróide, mas a causa é anterior.

Quando o doente quer saber a causa do seu mal-estar, pode escutar do médico: “São problemas de circulação”. O doente nem percebe que seus problemas de circulação, na realidade, são um sintoma de doença. Ele deveria perguntar: “De onde vêm os problemas de circulação?”

Outras vezes o doente ouve: “Isso vem do fígado” ou “Isso vem da tiróide, da coluna, dos hormônios, do sistema nervoso”. O doente aceita tudo.

O doente quase sempre sofre de uma única doença. Mas essa doença se manifesta através de muitos sintomas que ele conta para o médico. Como o médico não conhece as causas, prescreve um medicamento para cada sintoma. Mas cada sintoma é um sinal deperigo. Imagine se a estrada de ferro desligasse todos os sinais para deixar o trem passar — quantos acidentes! É isso, em princípio, o que a medicina faz hoje.

O doente chega com um saquinho, uma sacola ou até com uma mala inteira e espalha diante de mim os seus remédios. Diz: “Isto aqui é para a pressão; isto é para o sono; isto é para o coração; isto é para a circulação; isto é para a prisão de ventre! ... ’’ — para cada sintoma ele tem um remédio especial. Existem doentes que, diariamente, tomam 30 medicamentos diferentes.

Eu pergunto:
 “Há quanto tempo está tomando isto?”
— “Bem, este eu tomo há 5 anos; isto aqui o médico me receitou faz oito anos; e este eu preciso tomar sempre.” É um absurdo tomar o mesmo remédio, ano após ano.
Sempre pergunto: “O remédio ajudou?
— “Acho que não, continuo na mesma!
Então eu digo: “Jogue fora.

Por outro lado, se o medicamento já fez efeito, por que devemos continuar tomando? Imaginem alguém com pneumonia. Ele recebeu penicilina e sarou, mas continua tomando penicilina durante anos a fio, com medo de ficar com nova pneumonia.

O enfarte do miocárdio 
Veja o que acontece, por exemplo, no enfarte do miocárdio. Para ocorrer um enfarte, são necessários cerca de 40 anos de má alimentação que, pouco a pouco, provoca depósitos na parede dos vasos que irrigam o coração. Quem não conhece esta causa real apresenta uma série de causas aparentes.

Dizem que o enfarte é provocado por pressão alta. A pressão altanão é uma causa. A pressão alta tem uma causa. Pode ser causada por alimentação errada. Também pode ser provocada pelo tipo de vida que a pessoa leva. Nesse caso, é necessário ajudar o doente a diminuir o seu estresse. A pressão é um sintoma e não uma causa.

Outros dizem que a causa do enfarte é o excesso de colesterol no sangue. O colesterol é vital e, quando a pessoa não recebe colesterol pela alimentação, o próprio organismo produz. Uma indústria alimentícia conseguiu, em poucos anos, levar o povo alemão a deixar a manteiga para consumir margarina, um produto industrializado, inferior: “A manteiga é perigosa, contém colesterol e o colesterol provoca doença", afirmava a indústria.

Os médicos deveriam dizer: “Isto é besteira!" Mas, como na faculdade de medicina pouco se aprende sobre nutrição, eles ignoram a realidade e até hoje encontramos, em bons hospitais, margarina em vez de manteiga.

Outros assinalam que muitos diabéticos têm enfarte. Isso é verdade. Foi comprovado que, após 10 anos de diabete, aparece uma arteriosclerose. A arteriosclerose, porém, nada tem a ver com a diabete. Aparece em decorrência do tratamento errado. Dizem ao doente: “Você não deve comer carboidratos, mas bastante carne”. Assim, a arteriosclerose é provocada por um excesso de proteína animal e não pela glicose no sangue.

falta de exercícios também é vista como causa do enfarte. A falta de exercício não provoca o enfarte, mas um belo impulso econômico. Vendem-se mais bicicletas, tênis e trajes esportivos. É claro que as pessoas precisam fazer exercícios, mas quando se alimentam errado, a falta de nutrientes não pode ser compensada com uma corrida.

Outros ainda culpam o fumo. Porém, fumar não causa enfarte. A nicotina provoca uma série de danos no organismo. Mas, quando a pessoa se alimenta direito e não há depósitos nos vasos do coração, ela pode fumar e não vai ter enfarte. Entretanto, quando a pessoa se alimenta de forma errada, o fumo é um fator agravante. O estreitamento provocado por ele pode diminuir o vaso já reduzido pelos depósitos a ponto de ocorrer o enfarte.

Finalmente, dizem que o enfarte pode ser provocado pelo estresse— por uma carga emocional excessiva. Não é verdade! Se os vasos estiverem perfeitos, o choque não vai ser suficiente para levar ao enfarte. É preciso que a pessoa tenha se alimentado mal durante 30 ou 40 anos para que os vasos estejam tão alterados que um choque emocional vá desencadear o enfarte.

Esses são alguns exemplos que mostram as acrobacias mentais necessárias na medicina acadêmica quando as causas das doenças são desconhecidas. Passaram a dizer: “É verdade, tudo isso não são causas, são fatores de risco".

Começamos pela alimentação 
Em cada doença podemos encontrar um elemento relacionado com a alimentação. Mas a doença também está relacionada com a vida do doente. Começamos sempre com a alimentação, porque é mais fácil mudar a alimentação do que as condições de vida. Não podemos trocar, de hoje para amanhã, o cônjuge ou os filhos. Mas podemos comprar alimentos diferentes. Por isso começamos, para qualquer tipo de doença, com as falhas na alimentação. O doente percebe que não estava certo o que vinha fazendo há décadas. Então se dispõe a examinar se também é possível modificar alguma coisa em outras áreas.

Existe um grande problema: as doenças provocadas pela alimentação têm uma evolução muito lenta — de 20 a 40 anos. Podemos nos alimentar de forma errada durante muito tempo, sem nada perceber. Aparentemente bem. O longo período entre causa e efeito encobre o relacionamento entre alimentação e doença.

Há uma exceção: a cárie dental. Na boca é possível ver, relativamente depressa, se a pessoa se alimenta direito. Hoje, quase todas as crianças de 10 anos já têm cáries. Isto é uma degeneração do homem civilizado que também afeta os demais órgãos.

As doenças da civilização, provocadas pela má alimentação, têm todas a mesma causa — o consumo de alimentos industrializados.

Vou enumerar as doenças comprovadamente provocadas pela falta de alimentação adequada.

  • nos dentes temos a cárie e, 20 anos mais tarde, aparece a paradontose;
  • ao mesmo tempo, temos as doenças do aparelho locomotor: doenças degenerativas como artrose, espondilose na coluna vertebral e doenças inflamatórias como artrite e poliartrite. Não encontramos nenhuma pessoa com doença do aparelho locomotor que não tenha, simultaneamente, cáries ou paradontose;
  • a seguir, temos as doenças do metabolismo. Muitas das assim chamadas ‘‘doenças do fígado’’ aparecem quando este não consegue realizar o seu trabalho, por falta de determinados nutrientes. Quando acrescentamos esses nutrientes, em poucos meses o fígado funciona perfeitamente, apesar do doente ter ouvido: ‘‘Vai ter uma cirrose, não há mais nada a fazer!’’As doenças do metabolismo incluem os cálculos biliares e renais, a gota, a diabete e a obesidade. A obesidade não é provocada por excesso de alimentação. A gordura não se transforma em gordura dentro do corpo humano. Ocorre uma transformação. A obesidade é provocada pela carência de certos elementos vitais. A rigor, trata-se de uma desnutrição. Quando se alimenta de forma correta, o doente pode comer bastante e, mesmo assim, perder peso, porque a doença está melhorando;
  • a maioria das doenças do aparelho digestivo têm sua origem na alimentação: prisão de ventre, doenças da vesícula biliar, do pâncreas, do intestino delgado e grosso;
  • no aparelho circulatório aparece a arteriosclerose, que leva ao enfarte do miocárdio. Ela é provocada por depósitos nos vasos sangüíneos e algo semelhante leva à trombose ou ao derrame cerebral. Todos são distúrbios metabólicos decorrentes de décadas de alimentação errada;
  • a tendência para contrair infecções entra aqui. Os resfriados, por exemplo, não têm nada a ver com o frio, mas com a falta de resistência contra bactérias. A pessoa sadia, com boa defesa imunológica, não adoece. Durante o tratamento alimentar, os pacientes nos dizem: ‘‘Antigamente eu sempre ficava resfriado, mas desde que estou me alimentando de forma diferente, há 2 anos não fico resfriado’’;
  • finalmente, podemos acrescentar 50% dos casos de câncer, para os quais existem muitos outros fatores. Em 1900, para cada 30 óbitos havia 1 caso de câncer. Hoje, temos um caso de câncer em cada 5 óbitos. Isso não pode ser atribuído apenas à alimentação. É decorrente, também, da poluição do meio ambiente, que mata as florestas, os animais e o homem.

Causas das doenças provocadas pela alimentação 
De maneira simplificada, podemos dizer que são causadas pela industrialização dos alimentos. Há 100 anos começaram a pesquisar o que realmente ingerimos quando comemos uma batata, uma verdura etc. Constataram que existem três macro-nutrientes (proteínas, gorduras e carboidratos) e concluíram que o homem está bem alimentado quando recebe proteína, gordura e carboidratos em quantidade suficiente. Assim, a indústria alimentícia começou a criar alimentos concentrados.

Para digerir os macro-nutrientes, precisamos de elementos vitais biológicos. Todos os alimentos que estão vivos na natureza contêm esses elementos vitais. Primeiro descobriram as vitaminas e os sais minerais. Começaram, então, a incluir na alimentação vitaminas produzidas em laboratório. Mas existem muitos elementos vitais que não conhecemos e não podemos substituí-los por um produto de laboratório.

Vou explicar a industrialização dos alimentos tomando o pão como exemplo. Antigamente, o pão era produzido de grãos integrais, moídos. Quando os cientistas disseram que a parte essencial do grão era o miolo — um carboidrato — começaram a eliminar o farelo e o germe para moer apenas o miolo. Aí surgia a farinha branca. Hoje, o arroz e outros cereais também são alterados dessa forma, eliminando os elementos vitais que estão no farelo e no germe.

conservação é outro motivo para alterar os cereais. Com a aparição das grandes cidades era importante ter uma farinha que não deteriorasse. Quando moemos o grão inteiro, a farinha facilmente fica rançosa porque o germe contém óleo. Produzir farinha que pode ser guardada durante vários anos foi considerada uma descoberta incrível, um progresso enorme. Por isso, todos os moinhos têm hoje um dispositivo que elimina o farelo e o germe, moendo apenas o miolo. É essa descoberta que representa o nascimento das doenças da civilização, provocadas pela má alimentação.

Outra causa dessas doenças é o açúcar industrializado, em todas as suas formas (açúcar branco, frutose, glicose etc.). O açúcar também é um carboidrato.

Para serem transformados dentro do organismo, os carboidratos precisam principalmente de vitamina B1. Os fornecedores principais desta vitamina são os cereais integrais. Quando beneficiamos os cereais, retirando as camadas externas do grão, eliminamos a vitamina B1. O consumo de farinha branca e arroz branco provoca uma carência crônica de vitamina B1. A combinação de cereais refinados e açúcar branco agrava esta carência perigosa de vitamina B1 porque o açúcar branco também utiliza vitamina B1 na sua transformação.

Prevenir as doenças provocadas pela alimentação é relativamente fácil: em vez de arroz branco e farinha branca precisamos usar alimentos integrais. Como o pão integral é aquecido, alguns elementos vitais se perdem. Para compensar esta perda, adicionamos algum cereal cru — inteiro, moído ou germinado — à salada de frutas ou hortaliças.

Para suprir o organismo com os elementos vitais, não faz sentido comprar um muesli pronto, industrializado. É preciso preparar a refeição com cereais crus e frescos.

Muitas pessoas não suportam bem a mudança para pão integral e produtos de farinha integral — por causa do açúcar industrializado. Estudos mostram que, ao passar para produtos integrais, os alimentos contendo açúcar refinado provocam indisposição. O açúcar refinado pode provocar mal-estar abdominal, sensação de peso, gases e até dores. Por isso, só podemos mudar a alimentação retirando o açúcar refinado no momento em que passamos para cereais integrais.

Para garantir a presença dos elementos vitais necessários, como vitaminas e enzimas, a comida precisa conter uma boa porção de frutas frescas e hortaliças não aquecidas. Também é preciso evitar as gorduras refinadas e voltar para as naturais, como a manteiga ou os óleos extraídos a frio.

Se as pessoas seguissem estes poucos princípios, dentro de 30 ou 40 anos as doenças teriam diminuído consideravelmente.

Saúde, um problema de informação
Naturalmente, seria necessário informar a população sobre estes fatos. Porém, isso é difícil, porque os médicos sabem pouco sobre a relação entre alimentos e doenças e porque as indústrias alimentícias se tornaram uma potência mundial, que tomou para si a informação da população. Todos nós somos manipulados.

Os grupos que defendem os interesses financeiros estão hoje dentro do governo. Quando é preciso tomar uma decisão em que interesses econômicos se opõem a interesses de saúde, são sempre os interesses econômicos que acabam vencendo. E assim, temos um povo doente.

A cárie dental é um exemplo. Ela é conseqüência pura e simples do consumo de carboidratos refinados (principalmente açúcar branco). Seria necessário esclarecer a população para diminuir o consumo de doces e refrigerantes. Acontece exatamente o contrário. Na televisão, a propaganda oferece, sem parar, informações erradas tipo: ‘‘o organismo precisa de açúcar’’. É claro que o organismo precisa de açúcar, mas não do refinado, pois todos os carboidratos se transformam em açúcar.

A Secretaria de Saúde divulga que é possível diminuir a cárie, escovando melhor os dentes, utilizando pasta de dentes com flúor, tomando comprimidos de flúor ou adicionando flúor à água potável. Mas a cárie não é uma doença provocada pela carência de flúor. Toda essa manobra procura somente encobrir o açúcar refinado como causa da cárie. Nos debates dizem: ‘‘Mesmo se a gente dissesse que existe uma ligação, ninguém iria seguir os conselhos; por isso não dizemos nada!’’ Assim, nossas crianças já recebem flúor desde o nascimento ‘‘para evitar a cárie’’ e ninguém divulga que o flúor é um veneno.

Precisamos ser menos ingênuos e procurar nos informar melhor sobre os problemas que estão por trás desta situação. Não se trata de problemas médicos, mas de problemas na política de saúde.

Dr. Max Otto Bruker (1910 - 2001) foi um médico alemão, corajoso e pacifista, que durante 45 anos atuou como Diretor Clínico em diversos hospitais, promovendo uma medicina natural e ajudando inúmeros doentes através dos livros que o tornaram conhecido. Fundou em Lahnstein, em 1989, a entidade filantrópica GGB, Gesellschaft fur Gesundheitsberatung, que assegura a continuidade de sua obra. 

terça-feira, 15 de maio de 2012

Meditação Baseada no Corpo - por Osho





“O espiritual nunca pode ser tenso. Não existe tensão espiritual, somente tensão corporal, somente tensão mental.


A tensão corporal foi criada por aqueles que, em nome da religião, têm pregado atitudes anticorpo. No Ocidente, Cristianismo tem sido enfaticamente antagonista com relação ao corpo. Uma falsa divisão, um golfo, foi criado entre você e seu corpo; sua atitude total se torna geradora de tensão. Você não pode comer de uma maneira relaxada, você não pode dormir de uma maneira relaxada; toda ação corporal se torna uma tensão. O corpo é o inimigo, porém você não pode existir sem ele. Você tem que permanecer com ele, você precisa viver com seu inimigo, desse modo, há uma constante tensão; você não pode relaxar nunca.



O corpo não é seu inimigo, nem é de maneira nenhuma inamistoso ou mesmo indiferente a você. A própria existência do corpo é alegria. E no momento que você toma o corpo como um presente, como um presente divino, você estará de volta no corpo. Você o amará, você o sentirá – e são sutis as maneiras de senti-lo.



Você não pode sentir o corpo do outro se você não sentiu o seu próprio corpo, você não pode amar o corpo do outro se você nunca amou seu próprio corpo; isso é impossível. Você não pode cuidar do corpo de outra pessoa se você não cuidou de seu próprio corpo – e ninguém se importa! Você pode dizer que se importa. Mas eu insisto, ninguém se importa. Mesmo que você demonstre se importar, você realmente não se importa. Você está cuidando por alguma outra razão – por causa da opinião dos outros, pelo olhar nos olhos de alguém; você nunca cuida de seu corpo você mesmo. Você não ama seu corpo, e se você não pode amá-lo, você não pode estar nele.



Ame seu corpo e você irá sentir um tal relaxamento que você nunca sentiu antes. Amor é relaxamento. Quando existe amor, existe relaxamento. Se você ama alguém – se, entre você e ele ou entre você e ela, existe amor – então com o amor chega a música do relaxamento. Assim o relaxamento está presente.

Esse mesmo fenômeno acontece se você amar seu corpo; você se torna relaxado, você tem cuidado com isso. Isso não é errado, não é narcisismo estar apaixonado pelo próprio corpo. Na verdade, é o primeiro passo em direção a espiritualidade. 



Eis porque a Meditação Dinâmica começa com o corpo. Através da respiração vigorosa a mente se expande, a consciência se expande; o corpo inteiro torna-se uma existência vibrante, viva. Agora o salto será mais fácil. Agora você pode saltar; pensando que a barreira será menor. Você se tornou uma criança novamente: saltitante, vibrante, viva. O condicionamento, o condicionamento mental não está mais presente.



Seu corpo não é tão condicionado como sua mente. Lembre-se disso: sua mente é condicionada, mas seu corpo ainda é parte da natureza. Todas as religiões e pensadores religiosos – que têm sido basicamente cerebrais – são contra o corpo porque com o corpo, com os sentidos, a mente e seus condicionamentos ficam perdidos.



… Com a respiração, você começa a sentir seu corpo inteiro, cada canto dele; o corpo fica inundado; você se torna um com ele. Agora é possível para você dar um salto.

O salto que é dado no sexo é um salto muito pequeno, enquanto que o salto que é dado na meditação é um salto muito grande. No sexo, você “pula” em alguém. Antes desse salto você precisa estar unido com o seu corpo, e nesse salto você precisa se expandir ainda mais – para o corpo do outro. Sua consciência se espalha além de seu corpo. Em meditação você salta de seu corpo para o corpo inteiro do universo, você se torna um com ele.



O Segundo passo da Meditação Dinâmica é catártico. Você não somente se tornará um com o seu corpo, mas todas as tensões que foram acumuladas no corpo precisam ser jogadas fora. O corpo precisa tornar-se leve, descarregado, desse modo os movimentos precisam ser vigorosos, tão vigorosos quanto possível. Então a mesma coisa que é possível na dança Dervixe, na dança Sufi, se torna possível. Se seus movimentos forem vitais e vigorosos, chegará o momento no qual você perderá todo o controle. E esse momento é necessário. Você não precisa estar no controle porque seu controle é a barreira, você é a barreira. Sua capacidade de controlar – sua mente – é a barreira.



Continue se movendo. É claro, você terá que começar, mas chegará um momento que você será tomado; você irá sentir que o controle está perdido. Você está na beira, agora você pode dar o salto. Agora você novamente se tornou uma criança. Você voltou; todos os condicionamentos foram eliminados. Você não se preocupa com coisa alguma; você não se importa com o que os outros pensam. Agora tudo que foi colocado em você pela sociedade é jogado fora; você se tornou apenas uma partícula dançante no universo.



Quando você joga tudo for a no segundo estágio da Meditação Dinâmica, só então o terceiro estágio é possível. Sua identidade estará perdida, sua imagem será partida, porque tudo que você sabe sobre você mesmo não é sobre você mesmo senão apenas um rótulo. Disseram-lhe que você é isso ou aquilo e você ficou identificado com isso. Mas com os movimentos vigorosos, com a dança cósmica, todas as identificações serão perdidas pela primeira vez, como você era quando você nasceu. E com esse novo nascimento você será uma pessoa renovada”.

Osho, Extraído de: Meditation: The Art of Ecstasy

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Ayurveda X Medicina Moderna? Qual é melhor?


"Você não pode limpar a casa, escondendo o pó debaixo do tapete."

A medicina moderna ignora um dos fatos mais importantes que é:

 "o sistema imunológico do corpo é o melhor remédio."

A maioria  dos medicamentos disponíveis  no sistema da medicina moderna, reduzem a imunidade do corpo.

Uma vez que a imunidade é reduzida, o corpo começa a ficar suscetível a doenças e começa um círculo vicioso.

A doença ataca novamente ou existe na raiz. Aos poucos, a capacidade do corpo  para combater a doença diminui.

Isto resulta em mais visitas ao médico e talvez mais dinheiro para o médico e empresas multinacionais de remédios.

Ayurveda é sobre servir a humanidade. Ayurveda não olha a medicina como forma de ganhar dinheiro ou fazer dinheiro com o sofrimento das pessoas.

A ciência médica antiga.

Nos tempos antigos, o sistema médico foi muito desenvolvido.

Os médicos e a ciência médica tinham abordagem holística, para tratar e curar uma doença.

No mundo moderno, o foco é vender a medicina e conseguir um rápido alívio.

Saúde e  facilidades médicas tem se tornado um esforço de marketing muito mais do que um serviço social.

A medicina moderna é um assassino silencioso.
A medicina moderna usa o artifício do alívio rápido.
Alívio rápido e a medicina moderna  muitas vezes vêm com efeitos colaterais.

Na maioria dos casos a causa não é curada. 

Os analgésicos matam a dor.

Os analgésicos são os melhores exemplos. Os analgésicos não curam a razão do porque a dor está ocorrendo, mas eles mudam a mente para um modo  que a dor não é sentida.

Só tirar os sintomas, não significa que o tratamento foi um sucesso.


Tradução livre: Mari Rosa

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Um dia belamente triste e colorido


Um dia de outono...

Um dia belamente triste...

A constatação da impermanência, pelo EGO não é algo impune....

Quem nunca pensou em congelar aquele momento de satisfação e alegria, ou desejou só viver esses momentos?

Mas a vida, como uma montanha-russa é cheia de altos e baixos, encontros e desencontros, a finitude e a transitoriedade da vida, fica cada vez mais clara com o passar dos anos...

Pelo menos, ESSA VIDA, a que respiramos, projetamos, sonhamos, realizamos, aprendemos, nesse nosso mundo de humanos.

Que mistério é esse, que nos enreda em sua teia, e faz com que queiramos passar pelas experiências, mesmo sem querer, que faz com que nos encontremos com nossos medos mais profundos sem querer, e ainda, mesmo passando por esses momentos belamente tristes, ressurgimos do íntimo de nós mesmos, com uma clareza que antes não havia, e ao invés de tudo ficar cinza, é o nada que fica colorido.

De nada precisamos, para sermos revolucionários, a não ser olharmos desarmados para o mais profundo de nós mesmos, a imensidão de que fugimos a vida toda...,e depois disso, cada respiração, cada ato, cada pensar, cada sentir, trará um reconhecimento do brilho da vida, que muda toda hora por fora, mas tem bases bem fixas no interior do ser, que embora precisem ser lapidadas, a essência traz a lucidez, que só poderá ser suportada pelo coração. @coremarosa
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